PROLOGO
A pequena assassina, andava em direção a sua morte e não sentia. Seu inimigo, se espreitava na noite escura iluminada pela lua cheia, tentando chegar até a sua vítima.
A assassina em um certo ponto, enfim, sentiu que corria perigo, um perigo mortal. Porem, ela havia sentido tarde de mais. Não teve tempo de correr.
Seu inimigo estava em sua frente.
Quando ela olhou nas duas pedras de rubis que eram os olhos do monstro negro e colossal, que a encarava. Pela primeira vez em dezoito anos ela sentiu o que era o medo.
Ele parecia um centauro, porem, sua parte humana estava coberta por um grande casaco e com capuz negro, em uma de suas mãos portava uma foice longa e recém amolada. Este era o monstro que ela procurava, o único que – possivelmente – seria capaz de acabar com sua vida. Quando ele ergueu sua foice para atacá-la. Ela não ousou usar sua esquiva perfeita.
-Pesadelo – Ela deixou escapar de seus lábios rosados e perfeitos.
O monstro abaixou sua foice, sem ter certeza se a matava ou a deixava viva.
“Como ela sabe quem sou?” Ele pensou enquanto a garota ofegava e temia o monstro à sua frente.
Ela começou a se arrepender de tudo o que havia feito antes. Se arrependeu de ter matado tantas pessoas sem ao menos conhece-las, se arrependeu de roubar quando era apenas uma gatuna e varias outras coisas que havia feito.
Decidindo o que fazer, o monstro ergueu novamente a foice, desta vez oferecendo a morte para a garota, ela parou de tremer e a aceitou.
Sem exitar, o monstro encravou a ponta de sua foice em seu peito, perfurando o seu coração. “Talvez, eu mereça isso” pensou ela minutos antes de morrer. Quando ele retirou a foice de seu peito, a garota caiu na grama verde da floresta, sem vida.
Pesadelo apenas cumpria ordens, ordens de um ser mais superior do que ele – A própria morte -, uma Deusa chamada Irine.
Pesadelo olhava a poça vermelha – quase preta – formado pelo sangue da garota.
De repente, uma luz de uma cor de opala* iluminou a floresta deixando a noite mais nítida, uma criatura angelical saiu de dentro de uma esfera de luz.
Uma garota, de aparentemente 18 anos, saiu de lá. Seus cabelos eram prateados e longos que iam até a sua cintura. Seus olhos eram de cores diferentes o da direita era vermelho e o da esquerda era verde. Tinha três pares de asas de anjos em sua costa e usava uma armadura prata. Aquela era Irine.
Andou em direção a Pesadelo, passando pela cadáver cuidadosamente para não sujar os seus sapatos.
-O que faremos com ela, Pesadelo? - Perguntou Irine, a Deusa.
-Eu...Não...Sei – Disse Pesadelo sério.
Irine ajoelhou-se ao lado da cadáver e segurou-a nos braços sem se importar em sujar sua armadura cintilante.
Pousou sua mão fina e delicada sobre em cima do ferimento da garota. Pesadelo, que assistia a cena disse incrédulo:
-Não me diga que você vai... -
-Todos merecem uma segunda chance – Irine o interrompeu – Como você tem a sua. Eu sei que ela é diferente de você, ela roubou, matou, e tudo mais, porem, se ela tinha tanto medo da morte, porque não fugiu? - Irine a defendeu.
Ela enfim, soltou a magia.
- Kyira* – Disse Irine concentrada.
O sangue da garota rastejou em sua direção entrando em seu organismo pelo mesmo lugar que saiu, deixando apenas uma cicatriz em seu corpo.
- Hum... Pesadelo? - Disse Irine relutante.
- Sim? - Disse indiferente.
- Você acha, que ela irá nos ajudar? - Perguntou Irine olhando nos olhos do amigo.
Pesadelo, sentou-se ao lado de Irine. Colocou uma mecha do cabelo negro da garota atrás da orelha da mesma e disse:
- Só o tempo, vai dizer.
Eles ficaram sentados durante alguns segundos vendo a cor corada ser devolvida lentamente ao seu rosto, sua respiração ficar uniforme e seu coração voltar a bater normalmente.
- Pesadelo, leve-a para mim? - Perguntou Irine.
- Claro, senhorita Irine – Respondeu Pesadelo.
GLOSSÁRIO
Opala: Esse opala, não é o carro. Miner. Pedra de cor azulada que conforme os raios luminosos caem sobre ela, aparesenta cores vivas e vareadas.
Kyira: É uma magia, portanto não tem uma tradução certa. É da língua antiga dos Soifojianos, estou trabalhando em um dicionário.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Porém, ela havia sentido tarde demais... e aeae, siferol. ASUHASUHASU. /demaiséjunto.
ResponderExcluirPela primeira vez em dezoito anos ela sentiu o que era o medo. e o que era? DETALHES, DETALHES. u.ú /chata.
... a poça -quase preta- formado... desde que poça é feminino = formada.
passando pela cadáver, já conversamos sobre isso, não importa se era homem ou mulher, é o cadáver. carne dada aos vermes é tudo igual,rs /nemtenhocerteza,askdad.
se ela tinha tanto medo da morte, porque não fugiu? ela pensou em fugir, mas era tarde "de mais" T.T então ela apenas a aceitou :)
ooolha, tem GLOSSÁRIO!
GLOSSÁRIOS me lembram Eragon e me dá vontade de matar o Chris /comentário inútil
Soifojianos... não ficou tão ruim quanto poderia, né? não mude a cidade, eu gostey.
te adoro, estou adorando a estória e isso não é lixo, BJS.